17 de jun. de 2011

Call for papers

CALL FOR PAPERS

Westminster Papers in Communication and Culture (WPCC)
The role of social media in the Arab uprisings - past and present


Deadline for abstracts: 29 July 2011

Deadline for complete manuscripts: 16 December 2011

Social media in the Arab world before the recent uprisings had been described as marginal, alternative and elitist with minimal impact due to the Internet's low penetration rates. The recent events have brought 'social media' to the forefront with many crediting Facebook, weblogs and Twitter with facilitating the uprisings that have taken place across the Arab world. Yet we have not fully understood their role during the recent events and their convergence with not only mainstream media but also with street demonstrations. Moreover, the role and significance of social media during the revolutions in Tunisia and Egypt, the civil war in Libya, and the uprisings in Yemen, Syria and Bahrain (among others) vary greatly. What are the cultural, technical and political variables that are conducive to using social media for mobilisation? How has the digital divide influenced the use of social media and how do those not connected perceive them? Now that new media are in the vernacular of the mainstream, what are their uses beyond the uprisings?

Suggested topics for research papers include, but are not restricted to, the following:

* Strategies, techniques and technologies used by activists during the recent uprisings.

* Conceptualisation and theorization of the role of the media in political mobilisation within Arab countries.

* Historical perspectives on information and communication use in previous uprisings in the Middle East (e.g. cassettes in Iranian revolution).

* Comparison between the uses of social media in different national contexts in the Arab world.

* The use of social media by hegemonic institutions in the Middle East.

A 300-word abstract, full contact information for the corresponding author, and a biographical note (up to 75 words) on each of the authors should be submitted by no later than July 29 2011. Authors of accepted abstracts will be notified in September 2011 and will then be invited to submit a full paper by 16 December 2011.

Complete manuscripts should be prepared in English in MS Word and adhere to the Manuscript Submission Guidelines (http://www.wmin.ac.uk/mad/page-1201); they should be 6000 - 8000 words,
including notes and references. Papers should be accompanied by an abstract of 100-150 words and up to six keywords. The manuscript must contain a separate title page that should include: the title of the manuscript; the name(s) and affiliation(s) of the author(s); full contact details of the author(s); the author's brief biographical statement. An invitation to submit a full paper does not constitute a commitment for publication; all papers will be subject to anonymous peer review following submission.

Please send your abstract as an e-mail attachment to the issue editors Maha Taki and Lorenzo Coretti at the following address: mahataki@gmail.com


Deadline for abstracts: 29 July 2011

Deadline for complete manuscripts: 16 December 2011

6 de jun. de 2011

Elites vermelhas online

Vale a visita: http://www.bombeirosdobrasil.com/

23 de mai. de 2011

PORRA DE REVOLUCAO

O movimento 15 M, Democracia Real Já, de  Valencia, se autoproclama apartidário.
http://valencia.democraciarealya.es/ Não é a mídia que batiza o movimento assim. São os próprios convocadores e manifestantes. A imprensa, hoje, dia 23, está noticiando o resultado das urnas na Espanha:
a centro-direita vence largamente os socialistas.
Que porra de revolução é essa? (Anonymus)

18 de mai. de 2011

GIPSAL

El Grupo de Investigación sobre Partidos y Sistemas de Partidos de América
Latina [GIPSAL], de la Asociación Latinoamericana de Ciencia Política
(ALACIP), dirigido por los profesores Flavia Freidenberg y Manuel Alcántara
Sáez, del Instituto de Iberoamérica de la Universidad de Salamanca, estrena
nueva página web. GIPSAL está integrado por más de 70 estudiantes,
investigadores y profesores de universidades de América Latina, Europa y
Estados Unidos.

GIPSAL es una plataforma que pretende generar redes, favorecer el
intercambio entre colegas de diferentes países e instituciones, estimular
el desarrollo de proyectos de investigación comparados, fomentar la
organización de encuentros en los Congresos de ALACIP y otras asociaciones,
estimular la creación de bases de datos, contribuir en la difusión de
información relevante y servir como espacio donde se puedan encontrar
múltiples recursos mejorar el conocimiento.  Para ir a la página picar
aquí!<https://sites.google.com/site/gipsalalacip/>

15 de mai. de 2011

14 de mai. de 2011

CIBERDEMOCRACIA, CIBERATIVISMO E CIBERCULTURA

Divulgamos o chamado para o Dossiê Ciberdemocracia, ciberativismo e cibercultura, em nosso twitter:

http://twitter.com/#!/webcurriculo/status/68442794166980608

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Web Currículo PUC-SP
http://webcurriculo.wordpress.com

Org.: Heloisa Dias Bezerra (UFG.),  Sergio Soares Braga (UFPR) e Vladimyr Lombardo Jorge (UFRRJ)

A revista SOCIEDADE E CULTURA torna pública a chamada de artigos para o dossiê temático “Ciberdemocracia, ciberativismo e cibercultura" organizado pelos professores Heloisa Dias Bezerra (UFG),  Vladimyr Lombardo Jorge (UFRRJ) e Sergio Soares Braga (UFPR). A publicação é prevista para o v. 15 n. 1, 1º semestre de 2012. Prazo para o envio: 30 de novembro de 2011.
 Serão aceitos artigos escritos em português, inglês ou espanhol, que estejam em conformidade com as normas da revista (disponíveis em www.revistas.ufg.br/index.php/fchf), e que digam respeito ao tema proposto pelos organizadores, assim formulado:

25 de abr. de 2011

Chamada GT Anpocs

Prezad@ colega pesquisadora/pesquisador:
 
Segue abaixo chamada para envio de trabalhos para GT Anpocs sob nossa coordenação, assim como os critérios para seleção dos papers e painéis a serem apresentados no evento. Recomendamos também a leitura atenta das instruções contidas no site da Anpocs, antes do envio das propostas de trabalho: http://www.anpocs.org.br/portal/ Favor divulgar a possíveis interessados. Lembramos que o prazo para envio das propostas é 09/05/2011.
 
Ementa do GT: O ST “Ciberpolítica, ciberativismo e cibercultura” pretende reunir pesquisadores que investigam os impactos das NTICs sobre várias dimensões das sociedades contemporâneas, tendo como foco três campos de investigação: a) “ciberativismo”, ou seja, o emprego das NTICs para promover novas formas de ação coletiva e ampliação da cidadania; b) “ciberpolítica”, ou seja, os impactos das NTICs sobre os sistemas políticos, abrangendo desde as instituições tradicionais de tais sistemas, até a criação de novos espaços de deliberação e participação propiciados pelo emprego destas mesmas NTICs na esfera pública; c) “cibercultura”, isto é, trabalhos que investigam como as NTICs estão propiciando a emergência de novas formas de identidades coletivas e processos de criação simbólica que integram os diversos atores sociais em novos universos de referência cultural.
 
Critérios para seleção dos papers e painéis. Serão selecionados trabalhos que cumpram os seguintes requisitos: a) trabalhos empíricos e teóricos que forneçam contribuições substantivas aos temas pesquisados e não sejam uma mera enumeração de dados empíricos ou um resumo/cotejo descritivo de teses defendidas por outros autores; b) avaliação do potencial dos resumos  e dos resumos expandidos de se transformarem num texto com razoável grau de acabamento a ser disponibilizado no site da Anpocs nos prazos estipulados pela instituição, após sua aprovação pelos coordenadores; c) critérios de diversidade regional e de titulação a fim de dar oportunidade a pesquisadores em diversos estágios de investigação e de diferentes regiões do país de debaterem suas pesquisas sobre a temática num evento de âmbito nacional. Esclareça-se ainda que será política do organizadores promoverem a maior diversidade possível de autores no período de funcionamento do Grupo de Trabalho, motivo pelo qual solicitamos desde já aos inscritos a reapresentarem eventuais resumos não aceitos nas etapas subseqüentes de funcionamento do GT caso tenham sido feitos avanços nas respectivas pesquisas durante o período. Recomenda-se por fim que as propostas de trabalho enviadas contenham os seguintes itens: (i) objetivos e proposições básicas que estruturam o enfoque; (ii) métodos empregados; (iii) resultados parciais alcançados; (iv) conclusões gerais.
 
Coordenadores do GT:
 
Sérgio Soares Braga (UFPR)
Sérgio Amadeu da Silveira (UFABC)

12 de abr. de 2011

Saíram os GTs aprovados na ANPOCS

Segue abaixo lista dos GTs aprovados na Anpocs para os próximos dois anos:


http://www.anpocs.org.br/portal/images/ementasgts35.pdf



Em breve, serão divulgadas as chamadas. Abrs,

9 de abr. de 2011

Internet será arma de arrecadação e não exposição para Obama

Apesar de ter escolhido a internet para dar o pontapé inicial na sua campanha à reeleição em 2012, o presidente americano, Barack Obama, deverá utilizar a plataforma virtual mais para arrecadar doações e menos para promover a candidatura.
De acordo com especialistas ouvidos pelo iG, o presidente democrata manterá o foco em sua árdua tarefa de levantar fundos - a intenção é conseguir ao menos US$ 1 bilhão - e estará menos voltado a estratégias de apelo via internet, como foi em sua campanha anterior.

26 de mar. de 2011

Relfexiones

  Tras las movilizaciones en el Oriente Medio, América Latina en
Movimiento No 463 de marzo 2011 abre sus páginas para reflexionar sobre el rol de las redes sociales en Internet, la relación de éstas con los movimientos sociales reales y el contexto de las disputas que se dan en  torno al ciberespacio. Este es el contenido: [link]

19 de mar. de 2011

Sérgio Amadeu: Internet não se guia por critérios de mercado

Adefesa de uma Internet livre e combativa é um dos principais pontos da entrevista que Sérgio Amadeu da Silveira concedeu ao blog de José Dirceu. Amadeu é um dos grandes nomes na luta nacional pela inclusão digital e software livre no país, e para quem "Internet é um direito humano à comunicação".

Amadeu expõe temas na ordem do dia do universo digital como o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), a pressão do mercado e das operadoras de Telecom e a lei de copyright - esta última, o estopim que colocou o Ministério da Cultura (MinC) recentemente no centro de grandes polêmicas.

Defensor de leis que garantam a liberdade e a democracia no ciberespaço, o sociólogo explica seu posicionamento contra a retirada da licença Creative Commons do portal do MinC, na sua visão, uma medida nefasta e adotada em prol dos interesses da indústria de copyright. Segundo Amadeu, vivemos uma nova era, marcada pela substituição da economia da escassez (material) pela do conhecimento (imaterial), com base na troca de informações, no compartilhamento e nos relacionamentos.(link)

18 de mar. de 2011

O poder da internet: fatos x versões

Embora seja mais fácil e simpático estabelecer, sem mais, uma relação de causalidade direta entre as novas TICs e a derrubada, por exemplo, do velho ditador egípcio, talvez seja prudente não precipitar conclusões. (Venício Lima) [link]

8 de mar. de 2011

Why don’t more scientists contribute to Wikipedia?


The Wikimedia Research Committee is trying to find out why scientists, academics and other experts don’t contribute to Wikipedia.  >>>> Participate at a survey to find out: http://survey.nitens.org/?sid=21693

Dario Taraborelli outlines the situation:

Last month, Wikipedia celebrated its 10th anniversary, which saw considerable coverage in mainstream media. A Chronicle article observed that, today, the project does not represent “the bottom layer of authority, nor the top, but in fact the highest layer without formal vetting” and, as such, it can serve as “an ideal bridge between the validated and unvalidated Web”.

An increasing number of university students use Wikipedia for “pre-research”, as part of their course assignments or research projects. Yet many among academics, scientists and experts turn their noses up at the thought of contributing to Wikipedia, despite a growing number of calls from the scientific community to join the project. The Association for Psychological Science launched an initiative to get the scientific psychology community involved in improving the quality of articles in their field, while biomedical experts recently called upon their peers to help make public health information in Wikipedia rigorous and complete.

These initiatives remain sporadic and most academics – despite goodwill to contribute – still perceive major barriers to participation, which typically include a general lack of time to contribute, but also barriers of a technical, social and cultural nature. These encompass the lack of incentives from the perspective of a professional career, the poor recognition of one’s expertise within Wikipedia, the widespread perception of Wikipedia as a non-authoritative source. In combination with the apparent anomaly of collaborative – and often anonymous –  authorship and the resulting fluidity of Wikipedia articles, these factors create an environment that significantly differs from the ones experts are accustomed to.

Now, the Wikimedia Research Committee has launched a survey to understand why scientists, academics and other experts do (or do not) contribute to Wikipedia, and whether individual motivation aligns with shared perceptions of Wikipedia within different communities of experts. The survey is anonymous and takes about 20 minutes to complete. Whether you are an active Wikipedia contributor or not, you can take the survey and help Wikipedia think of ways around barriers to expert participation.

Participate at the survey at: http://survey.nitens.org/?sid=21693

2 de mar. de 2011

Debate sobre Redes Sociais do Instituto Ciência Hoje


Novas subjetividades from Ciência Hoje on Vimeo.

No dia no dia 1º de junho, a revista Ciência Hoje promoveu o debate 'Redes Sociais e Novas Subjetividades', que teve como objetivo discutir a interferência da internet – e das novas formas de se comunicar que surgem por meio da ferramenta – na nossa vida.

Participaram da mesa o cientista político José Eisenberg, da Faculdade de Direito da UFRJ, e Vinícius Andrade Pereira, diretor do Laboratório de Mídias da ESPM e professor de Pós-graduação em Comunicação da Uerj. Quem cuidou da mediação foi o professor da UFRJ Jonas Federman. Mais em cienciahoje.uol.com.br/​blogues/​bussola/​enfrentamento-elegante 

28 de fev. de 2011

CGI.br anuncia nomes dos representantes eleitos da sociedade civil


Processo eleitoral aponta sete novos representantes e quatro reeleitos que participarão até 2013 das discussões sobre a Internet no Brasil

O Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br anuncia o resultado da eleição que indicou os 20 representantes da sociedade civil, entre titulares e suplentes, que participarão dos fóruns de debates e decisões para a administração e o desenvolvimento da Internet no Brasil durante o triênio 2011-2013. A homologação dos novos conselheiros ocorrerá com a publicação de Portaria Interministerial no Diário Oficial.

A distribuição dos membros eleitos da sociedade civil no Comitê compreende: quatro membros do Terceiro Setor, três da Comunidade Científica e Tecnológica e quatro do Setor Empresarial, que representam os segmentos: Provedores de Acesso e Conteúdo da Internet; Provedores de Infraestrutura de Telecomunicações; Indústria de Bens de Informática, de Bens de Telecomunicações e de Software; Setor Empresarial Usuário. No total, a sociedade civil é representada por 12 titulares e nove suplentes. Sete representantes são novos e quatro foram reeleitos (ver perfil dos representantes abaixo).

22 de fev. de 2011

Call for papers

Workshop "Legitimacy 2.0 –E-democracy and Public Opinion in the Digital Age"
Organised by Patricia Mindus (Università Degli Studi di Torino) and Andrea Greppi (Universidad Carlos III de Madrid)


XXV. World Congress of Philosophy of Law and Social Philosophy
Frankfurt am Main (Germany)
15-20 August 2011

http://www.jura.uni-frankfurt.de/ifkur1/neumann/ivr2011/ENG/index.html

Deadline = March 30, 2011

Short summary
E-democracy aims for broader and more active Internet-enhanced citizenship involvement but can there be any “democracy” after representative democracy ? Should we understand it in terms of deliberative and/or participative democracy ? How is e-government impacting on transparency and accountability ? What role does institutionalized mediation play in ICTs ? What kind of e-governance processes can enhance legitimacy in complex legal systems ? E-democracy has been cutting the edge a while, yet we need to integrate the current state of the art with the toolkit of the analytical and normative perspectives of legal and political theory. The purpose of the workshop is to go beyond the polarization between the apologists that hold the web to overcome the one-to-many architecture of opinion-building in traditional democratic legitimacy, and the critics that warn cyberoptimism entails authoritarian or paternalistic technocracy.

Format
The workshop offers a meeting point for scholars eager to share their findings in the field, enhancing comprehension between different approaches to law. Both analytical and normative perspectives are welcome. Please specify yours. Accepted papers will be distributed among workshop participants at an early stage to promote exchange of ideas and to better nail down the issues to be discussed in Frankfurt.

Techdeterminism and early cyber-optimism have not enhanced scientific understanding of the complex relationship between technology and our legal and political settings. We therefore welcome proposals that fall within one or more of the following themes :

1) ICT’s impact on the shaping of political opinion and Internet in campaigning
The Internet may have changed the politics, but now politics also change the Internet. We focus on how the “interconnected estate” impacts on individual and group ability voice concerns and question whether access is the key to creating interest in the democratic process. ICTs are held both to mobilize new audiences and push for polarisation and political apathy : To what extent does this highlight previous trends ? Are fringe organisations benefitting disproportionately ? Will digital recruitment fail ? Political communication change as we by pass traditional media gatekeepers : Does reporting as a collaborative enterprise accelerate pluralism or increase noise ? What responsibilities should bloggers have ? Resource-poor networks gain increased visibility but we know little of their impact on mainstream politics : How is the repertoire of electronic civil disobedience and hacktivism in authoritarian and democratic states changing ? What are the new frontiers of free speech protection ?

2) Democratic experimentalism and the tools of accountability
A weakness of internet studies is to link research to broader political and social trends. Connecting technologies have to be related to current frameworks within participatory and deliberative practices. The new toolkit of representation – including e-voting, on-line deliberation practices, transparency and accountability in e-government practices, e-governance schemes impacting on democratic legitimacy – needs to be scrutinized against the background of constitutional representative democracy. Is Internet flattening institutional hierarchies ? How is the digital revolution changing electioneering ? How are benefits for democratic decision-making influenced by previous institutional environments ? Are we moving towards a more fragmented and contested democratic model ?

3) Political, social and legal impact of informational complexity
The literature on digitalisation in law and politics often treat communication technology simply as one of many organizational devices rather than conceptualizing information as central features in public life. We therefore call for a better understanding of information ethics and the creation of collective intelligence and common goods, as well as the culture of sharing and various forms of peer-production inspiring social movements (e.g. open source and freeware). One key point is to grasp to what extent informational value emerges from the confluence of distributed user-generated content and its centralized exploitation and how the legal frameworks surrounding such practices are evolving. Should the relation between citizen and government be framed in terms of asymmetric information flows ? Will data mining technologies change what we hold to be public domain ? How can informed consent be designed today ? Does the internet’s architecture influence the public e-space ? In what ways can informationally sensible education help avoiding the creation of digital favelas tomorrow ?

Guidelines for abstract submission
Abstract proposals should be between 350 and 500 words in length. Preferred format for all submissions is RTF or Microsoft Word (doc). Please send your proposals as attachments to edemocracy.ivr2011@gmail.com and insert "Abstract submission" as the subject line of the message. The deadline for abstracts is March 30, 2011. All proposals will undergo peer review and notifications of acceptance will be sent out by April 15, 2011. Paper submission deadline is June 30, 2011.

15 de fev. de 2011

OPEN CALL FOR ARTICLES ON: Tunisian and Egyptian Revolutions and the Role of Communication Technologies

An International Journal of Communication (IJoC) Special Features Section on the recent Tunisian and Egyptian revolutions in North Africa to be published in 2011.

Submission Deadline: March 15, 2011

Guest Editors: Johanne Kuebler and Ilhem Allagui

The International Journal of Communication is accepting papers for its Features Section about the Tunisian and the Egyptian protests and their sequels in the Arab region.

Despite numerous efforts by Arab leaders to limit Internet access and to censor all media -- especially new media -- the spread of satellite TV and the Internet have transformed the media landscape in the Arab and Muslim worlds. Revolutionary protests by Tunisians led to the ousting of President Zine El Abidine Ben Ali, who maintained strict media censorship after 23 years in power. Similarly, just weeks after the Tunisian uprising, demonstrations and riots have left the rule of the Hosni Mubarak government in a quandary. The oppression of free speech and democratic political participation have galvanized both Tunisians and Egyptians into unprecedented acts of revolt, demonstrating perseverance toward the goal of real political change.

Some observers attribute the success of the Tunisian revolution to the use of new media and social networking sites. While the penetration rate of Facebook in Tunisia is barely 19% (according to Socialbakers, the Facebook statistical portal), YouTube and DailyMotion were banned until January 13, 2011 despite Ben Ali's desperate attempts to calm the population by promising unblocked access to Internet Web sites. Ben Ali eventually fled Tunisia on January 14.

As of this writing, the outcome of the Egyptian uprisings remains to be seen, and the potential for similar uprisings throughout the Arab world is very much in evidence.

This Features Section of the IJoC invites discussions about these events occurring in the North African region in relation to communication technologies. By addressing these events, we aim to have a better understanding of the role of communication technologies as instruments for social change.

The submissions, empirical or theoretical, can be short observations, analyses or opinions of 1,500-5,000 words. Papers should follow the APA style (5th Ed.). Submissions will be peer reviewed.

Please send submissions to: Ilhem Allagui at iallagui@aus.edu by March 15.

We look forward to your articles for this Special Features Section.

Sincerely,

Manuel Castells and Larry Gross
IJoC Editors

Suivez ce lien pour plus d'informations...
http://discourseanalysis.net/wiki.php?wiki=en%3A%3AEvents&id=478

29 de jan. de 2011

Internet & Egito

1) Internet tem papel fundamental nas revoltas Jornal do Brasil
O Movimento 6 de abril um grupo de militantes favoráveis à democracia que existe na internet lançou uma espécie de pesquisa no Facebook com a pergunta: ...
2) Es internet estúpido!!
3) Robert Fisk.
4) China bloqueia Linkedin.
5) Internet continua impulsionando os protestos nos países árabes
DW-World Brazil
Os detentores do poder no Oriente Médio subestimaram não apenas a cobertura dos acontecimentos por emissoras internacionais de televisão, como a Al Jazeera ea CNN – eles ignoraram também o poder das novas redes sociais na internet. ...
6) Sempre há os do contra: Libia y la contrarrevolución de las redes sociales (Carlos Fonseca Terán)




23 de jan. de 2011

13 de dez. de 2010

WikiLeaks coloca internet no centro da diplomacia mundial

De Chris LEFKOW (AFP) – Há 6 horas
WASHINGTON — A enxurrada de notas diplomáticas americanas divulgadas pelo site WikiLeaks em 2010 marca uma importante etapa na evolução da internet, revelando a extensão de seu poder no mundo, para o melhor ou para o pior.

As revelações do WikiLeaks relembram o caso Napster, em 1999, que causou uma onda de choque na indústria musical ao colocar para livre acesso na internet, gratuitamente, centenas de milhares de músicas. O evento mudou profundamente os comportamentos dos consumidores e profissionais do setor.

Teria, então, o WikiLeaks tido o mesmo efeito em matéria de diplomacia, de transparência e de liberdade de expressão? Esta é a questão que a imprensa, governos e especialistas tentam responder.

Para o WikiLeaks, a publicação, que começou no finalde novembro, de mais de 250 mil correspondências diplomáticas tinha como objetivo evidenciar a "contradição" entre a posição oficial americana e "o que era dito atrás de portas fechadas".

Mas para aqueles que foram citados, o site é culpado de um crime, encoberto por um pseudo-defensor da transparência, o australiano Julian Assange, fundador do WikiLeaks.

De fato, a fronteira entre vantagens e desvantagens do método WikiLeaks é tênue, julgou Clay Shirky, especialista americano em questões sociais e econômicas relacionadas à internet.

"Como muitos, estou dividido no caso WikiLeaks", disse em uma mensagem postada em seu site Shirky.com.

"É claro que cidadãos de uma democracia que funciona devem saber o que fazem e falam de seu país em seus nomes", argumentou. "E o WikiLeaks desempenha plenamente este papel".

 "Mas por outro lado, nem tudo pode ficar completamente transparente", disse, referindo-se ao segredo diplomático.

"As pessoas que tentam encontrar soluções devem ser capazes de expressar privadamente opiniões que eles condenariam em seguida em público" e "o WikiLeaks compromete muito estas práticas", observou.

Andrew Rasiej, cofundador do blog sobre política e tecnologia techPresident.com, considera, por sua vez, que o WikiLeaks fez a internet entrar em uma nova era.

"É um evento 'à la' Napster, onde a tecnologia modifica a relação entre pessoas e seus governos", continuou.

"E eu espero que quando tudo se acalmar, o governo (americano) reconheça que ele deve se esforçar em matéria de abertura e de transparência e que ele deve utilizar o segredo apenas em raras ocasiões", acrescentou.

Mas Rasiej teme, no entanto, que "os governos sejam tentados a impor um remédio pior do que a doença".

O futuro pode ainda ficar mais obscuro para o WikiLeaks, cercado de todos os lados por governos com recursos colossais, salientou James Lewis, especialista em cibersegurança do Center for Strategic and International Studies.

"Em dez anos, mais pessoas dirão que o WikiLeaks não foi uma boa coisa", lançou, relembrando que o caso Napster terminou no esquecimento por causa da influência das grandes empresas.

Os responsáveis pelo WikiLeaks "começaram, talvez, com boas intenções, mas isso vai se voltar contra eles", acrescentou James Lewis. "As pessoas vão acabar se perguntando se tais comportamentos são responsáveis. E acredito que a resposta será 'não'".

"Podemos ter certeza que novos documentos serão revelados, o WikiLeaks nos deixou claro que nenhum segredo está bem guardado", disse, por sua vez, um especialista em mídia, Jeff Jarvis, no blog Buzzmachine.com.

"Com a internet, o poder muda de mãos", continuou. "Passa daqueles que detêm os segredos para aqueles que criam as aberturas".

20 de nov. de 2010

Call for papers

Second Call for Papers for a Special Issue of New Media & Society: Internet Studies: The State of an Emerging Field?
 
Editor: Charles Ess, Guest Professor, Department of Information and Media Studies, Aarhus University, Denmark, and Professor, Philosophy and Religion, Drury University.

and
William H. Dutton, Professor of Internet Studies, Oxford Internet Institute, University of Oxford

Submissions are due to the editors by December 31, 2010.
 
Background
 
In 2005, Nancy Baym edited a special issue of The Information Society (Vol. 21, No. 4) that asked the question, "Is Internet Research a Virtual Field, a Proto-Discipline, or Something Else??" In 2010, two handbooks of Internet Studies will appear (edited by Hunsinger, Kastrup, & Allen [Springer] and Consalvo & Ess [Wiley-Blackwell]) while a third has been launched (Dutton [Oxford University Press]. These publications document the emergence and development of Internet Studies as a field of research and scholarship in its own right, one affiliated with a characteristic topoi of issues, research questions, methodologies, and its own distinctive ethics.
 
To further explore the broad terrains and structures of this emerging field, the Oxford Internet Institute is organizing a series of workshops and
lectures over the next two years, intended to encourage and gather critical analyses and perspectives from a number of internationally-recognized
scholars and researchers, along with younger colleagues whose research promises new insights and perspectives. The first of these workshops, held at Aarhus University on 19 March 2010, took stock of the field by critically assessing the two major volumes on Internet Studies (Consalvo and Ess 2010, and Hunsinger et al 2010), with a view towards developing further insights for the field, its current and future directions, and its (potential) significance and impact.
Future workshops are being organized, including one
that will be held in Barcelona in early 2011. Steve Jones
(), and Matthew Allen () have held lectures in this series
at the Oxford Internet Institute, and Charles Ess ( will present one of a number of future lectures. 
 
A special issue of New Media & Society is intended (a) to encourage and collect the development of scholarly contributions developed initially for these workshops, and lectures, and (b) gather related scholarly research and reflections from the global community of Internet scholars and researchers.
These contributions will build on the existing and forthcoming handbooks and
related compilations to stimulate and inform global discussion about the emerging field of Internet Studies.
 
Accordingly, we invite contributions from across the range of disciplines applied to study of the Internet that address our thematic questions,
beginning with: can Internet Studies be discerned and demarcated as a field (or fields) of academic research and scholarship out of the rapidly
growing body of research and scholarship intertwined with the Internet and the array of human interactions it facilitates? And: insofar as Internet
Studies can be argued to exist as a field(s) ? what are its defining characteristics, including, e.g., a distinctive set of objects of study, research questions, methodologies, a body of findings and literature recognized as foundational or definitive, ethical guidelines, professional expectations, and whatever else we may argue to be necessary, if not sufficient, conditions for an academic field(s) of study?
 
Contributions may take one of two forms. One, authors may seek to develop comprehensive and authoritative overviews of how an important topos of research on the Internet (e.g., social interactions, emotion, identity play and development, etc., etc.) has been studied, important findings, and areas in need of further research. Two, authors may take a critical perspective on the field as a whole or any sub-field within this area. Generally, the special issue will not focus on the presentation of specific research, even though it might connect well with and reflect upon a broader synthesis or overview of a larger domain of Internet research. Other special issues and articles are well suited for the publication of original research. This issue will be more focused on generating the most stimulating syntheses of the field ? defining the vitality and overall state of the field.
 
Selected contributions will appear in the special issue of New Media & Society. 
 
Submissions are due to the editors by December 31, 2010.  Submissions accepted by the editors will be returned to the author(s) for any needed
revision by 31 March 2011; final versions will be due back to the editors by 30 June 2011, followed by an external review process resulting in final acceptance / rejection / or acceptance with revisions. 
Final versions of
accepted papers will be due by 1 December 2011. 
Authors' Guidelines are
available on the New Media & Society website at : accessing these will require signing up for a user id and password (also necessary for any eventual submission to the special issue.) Briefly: submissions require an abstract, keywords, and a target length of no more than 8,000 words, including notes and references. Documentation is Harvard style.
 
For further information about our workshops, lectures and this special journal issue, please feel free to contact either of the editors:
Charles Ess: charles.ess@gmail.com
William Dutton: director@oii.ox.ac.uk

Reino Unido põe despesas governamentais na Web

http://br.noticias.yahoo.com/s/19112010/40/mundo-reino-unido-publica-na-internet.html

31 de out. de 2010

Pesquisa revela como o jovem se comporta na internet

Reprodução
Como os jovens brasileiros se comportam na internet? Este foi o tema da sexta edição do projeto "Este jovem brasileiro", desenvolvido pelo Portal Educacional (www.educacional.com.br) para entender o comportamento dos jovens e refletir, junto com eles, sobre assuntos cruciais para sua vida. Neste ano, mais de 10,5 mil alunos de 13 a 17 anos, de 75 escolas da rede particular de ensino de todo o país, participaram da pesquisa. Eles responderam anonimamente a um questionário online sobre seus hábitos de uso da internet, relações virtuais, exposição, violência e situações hipotéticas que podem ocorrer com quem usa a rede. [continua]

20 de out. de 2010

Sérgio Amadeu: A internet sob (mais) ataques

A expressão “neutralidade da rede” pode parecer uma coisa difícil de entender. Mas vale a pena tentar. Porque se trata de uma questão técnica de grande importância, à medida em que reflete valores fundamentais do desenvolvimento da internet. Valores que moldaram essa rede mundial distribuída, onde todos os usuários, na ponta, têm igual poder de criar tecnologia e conteúdos, de compartilhar informações.

Internet neutra significa que nenhum pacote de dados pode ter prioridade de tráfego sobre outro, seja um pacote do Google ou um pacote de um blog anônimo. Todos são transmitidos segundo as mesmas regras e critérios. Até agora, e em tese.

Porque esse princípio está sob ataque, alerta Sergio Amadeu da Silveira, sociólogo e ativista da liberdade na rede. De um lado, diz ele, pelas operadoras e provedores, que estão desenvolvendo aplicações personalizadas, com prioridade de tráfego para clientes que paguem por esse privilégio. De outro, por donos de redes físicas de comunicação, acionados pela indústria do entretenimento e da comunicação, que tentam bloquear determinados tráfegos, como a troca de arquivos protegidos por direito autoral nas redes peer-to-peer (P2P). Um passo além, grandes empresas também se unem para adotar travas técnicas (Digital Rights Management, o DRMs) em seus produtos, de modo que somente clientes pagantes possam acessá-los.

ler o resto da entrevista aqui

Sicilian Blue

9 de out. de 2010

Slavevoyages

A Universidade Emory, de Atlanta /EUA, lançou recentemente banco de dados eletrônico, interativo e gratuito com o nome de Voyages. O arquivo, que se encontra disponível no site www.slavevoyages.org, contém cópia de quase 35.000 documentos originais acerca do tráfico transatlântico de escravos entre os séculos XVI e XIX, com listas de navios negreiros e as respectivas regiões de destino, e oferece planejamentos de aulas e outras ferramentas educacionais. As informações estão distribuídas por cinco regiões: Europa, África , América do Norte, Caribe e Brasil, esse último indicado como o país que "dominou" o tráfico de escravos.

29 de set. de 2010

Internet e eleições de 2010: BIB

1) http://br.eleicoes.yahoo.net/noticias/2866/a-internet-nas-campanhas-a-revolucao-que-nao-aconteceu
2) http://observatoriodoegov.blogspot.com/2010/09/noticias-sobre-o-uso-da-internet-pelo.html
3) http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/na-era-da-internet-tv-ainda-dita-rumo-das-eleicoes
4) http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/09/30/quatro-futuros-bons-e-ruins-da-internet/
5) http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/10/01/visao-geral-da-campanha-eleitoral-na-internet-em-outros-meios-tecnologicos-922682267.asp
6) http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Pol%C3%ADtica&newsID=a3060897.xml
7) http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101003/not_imp619144,0.php
8) http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20101005090246&cat=brasil&keys=-reta-decisiva-internet-parece-ter-produzido-ruido-eleitoral-brasil
9) http://wegf.org/2010/10/elections-brazil-e-voting-e-democracy/
10) http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101004/not_imp619887,0.php [internet e aborto]
11) http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/mat/2010/10/06/durante-campanha-web-fracassou-na-mobilizacao-na-promocao-de-debates-922727283.asp
12) http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,candidato-20-conclui-que-internet-sozinha-nao-elege,622807,0.htm [candidato 2.0 desiludido - interessante depoimento]
13) http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/editorial/67083-Eleicoes-na-onda-da-internet [Marina inaugura Nova Era]
14) http://operamundi.uol.com.br/noticias_ver.php?idConteudo=7143 [sucesso do twitter no Brasil]
15) http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/10/22/campanha-eleitoral-na-internet-ganha-peso-gera-polemica-922844287.asp
16) http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/segredos-da-revolucao-do-odio-no-brasil.html [visão conspiratória, mas que toca em aspectos interessantes)
17) http://colunas.epoca.globo.com/paulomoreiraleite/2010/10/31/internet-foi-o-lado-b-da-campanha/ [artigo equilibrado de um jornalista meio aloprado]
18)

19 de set. de 2010

Acervo do JB disponível na internet

O acervo histórico do Jornal do Brasil foi digitalizado pelo Google. Ele pode ser acessado no endereço a seguir:


Foram transpostas para o meio digital TODAS as edições entre 1891 e 1999. A consulta é gratuita e muito fácil.

3 de set. de 2010

Dica: Última Hora

Fotos inéditas do jornal Última Hora estão na internet

O Arquivo Público do Estado de São Paulo acaba de digitalizar e disponibilizar na internet parte do arquivo fotográfico do jornal Última Hora, um dos mais importantes periódicos do jornalismo brasileiro, que circulou em diversas cidades brasileiras nas décadas de 1950 e 1960. São quase 20 anos de história registrados em 54.600 mil fotografias e 1.200 ilustrações.

Diferentes momentos da história brasileira foram registrados pelas lentes fotográficas do jornal Última Hora como o suicídio do Presidente Getúlio Vargas, em 1954 e a estreia de Roberto Carlos na TV Tupi, em 1968. Além de fotografias, também foram digitalizadas as ilustrações publicadas no jornal, tratando de política, economia, arte e cultura. Criado por Lan, o Corvo, representando o jornalista e político Carlos Lacerda, e os gorilas fardados, representando os militares, são exemplos de caricaturas da “UH” que ficaram famosas.


Acesse: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital/index.php

23 de ago. de 2010

Extrato parlamentar

Como resultado de cerca de dois anos de trabalho do grupo de estudos legislativos do Cebrap, do Rafael Lamardo e pessoal do Voto Aberto, agora está pronta uma ferramenta que possibilita que você cheque qual deputado federal vota da forma como você votaria. Essa ferramenta calcula a afinidade política entre você e seu parlamentar. http://www.extratoparlamentar.com.br/

Release sobre o site:

O eleitor que ainda não decidiu seu voto para deputado federal acaba de ganhar uma ajuda on-line para escolher um candidato.

O site Extrato Parlamentar, hospedado no site do Movimento Voto Aberto (www.extratoparlamentar.com.br), oferece uma ferramenta que calcula a afinidade política entre o internauta e os deputados federais. Assim, o eleitor pode saber quais são os candidatos que pensam de forma mais parecida com ele.

O funcionamento é simples: o internauta responde a 12 perguntas sobre projetos votados nominalmente na Câmara dos Deputados (se é a favor da Lei da Ficha Limpa ou se queria a prorrogação da CPMF, por exemplo) e o site compara as respostas com a posição de cada deputado. Depois, um modelo matemático ranqueia as respostas, mostrando quais os deputados mais afinados com o internauta em seu Estado e no país, com base no percentual de coincidência nas opiniões.

O site foi desenvolvido através de uma parceria entre o Voto Aberto e o grupo de Estudo Legislativos do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). O Cebrap forneceu as informações sobre processo legislativo necessárias para a elaboração do algoritmo que permite o cálculo de afinidade parlamentar realizado no site, dando suporte técnico ao conceito, concebido e desenvolvido por Rafael Lamardo e seus colegas, do Movimento Voto Aberto.

O objetivo do site, em um contexto pré-eleitoral, é prover o eleitor de informações que possam ajudá-lo no momento de decidir seu candidato. Trata-se de uma ferramenta democrática que pretende ajudar a qualificar sua decisão, na medida em que possibilita a avaliação da atuação concreta, sobre temáticas específicas, dos parlamentares ao longo do governo anterior. Cabe frisar, porém, que essa não deve ser a ferramenta principal, nem tampouco a única, utilizada pelo eleitor para formar sua decisão.

A construção da ferramenta de análise de afinidades é realizada através de critérios puramente técnicos e científicos. Não há qualquer viés ou preferência partidária em sua construção.

17 de ago. de 2010

News

1) Mau uso da Web nas eleições: http://tnonline.com.br/noticias/politica/4,31697,08,07,mal-uso-da-internet-pode-gerar-desgaste-do-candidato.shtml
Fonte: Tnonline
2) Entrevista interessante com Soninha , do Comite Gestor da Campanha de Serra pela Web: http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/soninha+diz+ao+ig+como+cuidara+da+campanha+de+serra+na+internet/n1237715285076.html
Fonte: Ultimo Segundo
3) Diagnóstico pessimista sobre uso da Web: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/07/19/internet-nao-criou-espaco-para-debate-diz-professor-309193.asp
Fonte: O Globo
4) Tucanos fora da arrecadação online: http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4573640-EI15315,00-Campanha+de+Serra+nao+vai+arrecadar+recursos+pela+internet.html
Fonte: Portal Terra
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/20/politica,i=203333/PSDB+E+PT+LONGE+DA+GRANA+VIRTUAL.shtml
Fonte: Correio Brasiliense
5) Websites X twitter na campanha eleitoral: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=208996
Fonte: Gazeta de Alagoas
6) Habermasiano é o primeiro fenomeno da internet na campanha eleitoral deste ano: http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/07/17/noticia_politica,i=169363/DILMABOY+VIRA+HIT+DO+MOMENTO+NA+INTERNET.shtml
Fonte: Uai
7) Um site criado por dois brasileiros para estimular e facilitar o acesso da população a informações públicas de relevância conquistou a simpatia da Organização das Nações Unidas (ONU) e deve ser expandido para outros países. Batizada de Vote na Web, a página (www.votenaweb.com.br) basicamente explica, em linguagem clara e resumida, os projetos mais importantes e polêmicos em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado. Também permite ao cidadão votar nas propostas e fazer cruzamento de dados para verificar se suas posições a respeito das matérias em tramitação estão em desacordo ou não com o que pensam os parlamentares, principalmente no caso daqueles que já receberam ou vão receber seu voto nas eleições de outubro.
Fonte: Uai [que está dando um bom destaque à controversa questão das campanhas online]
8) Matéria interessante sobre uso da internet nas eleições pelo OESP. A partir da constatação -- equivocadamente contestada por alguns, em minha opinião -- de que a internet teve um papel relevante nas últimas eleições colombianas e inglesas, tece algumas considerações interessantes sobre o uso da web nas atuais eleições brasileiras, mas sem sair do convencional: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100724/not_imp585417,0.php
Fonte: Estadão
9) Marina que usar a internet também como recurso de governança e não apenas para fisgar potenciais eleitores incautos: http://www.dgabc.com.br/News/5822782/marina-quer-usar-internet-como-ferramenta-de-governo.aspx  Mais uma boa proposta que surge pela web.
Fonte: Diário do Grande ABC
- http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4584470-EI15315,00-Para+Marina+candidatos+rivais+usam+internet+para+autopromocao.html
Fonte: Terra
10) Já se fala até em "judicialização das eleições" por causa da Web, ficha limpa etc.: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/07/24/e240719683.asp
Fonte: JB Online

28 de jul. de 2010

Artigo do dia: Jamil Marques

Abstract
This paper examines the difficulties faced by government projects aimed at fostering citizens’ political participation by using the Internet. After presenting the participatory tools found on two institutional Web sites (the Brazilian Presidency and the House of Representatives), I examine how the constraints pointed out by a relevant part of the literature in e–participation are reflected in such initiatives. Promoting online participation needs more than providing communication resources, since civic culture and other issues are still key factors in influencing our patterns of political involvement. A participatory use of digital tools depends more on circumstances, such as institutional willingness, than on technical mechanisms available.
Link aqui e no caput.  

Aqui o Lattes do pesquisador

19 de jul. de 2010

News

1) Descoberta do óbvio: internet em excesso faz mal para o cérebro: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/livro-discute-se-internet-esta-destruindo-mentes.html
Não é preciso ser um "luddista" para concordar com o autor.
Fonte: Portal G1
4) Internet pode se tornar veículo oficial de comunicação entre os poderes no Brasil: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=103122&codAplicativo=2
Fonte: Portal do Senado.
5) Convenções partidárias na internet:
6) Internet e eleições:
Fonte: O Globo
7) Finlandia é o primeiro país a adotar banda larga como direito humano: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/bbc/finlandeses+passam+a+ter+acesso+a+banda+larga+garantido+por+lei/n1237692271224.html
fonte: Último Segundo
Fonte: Interessante site do Globo sobre eleições. Vale a visita.
Fonte: Diário da Amazônia
Fonte: Uol

18 de jul. de 2010

Domingo: 158 resumos do E-vinci...



As variações finais estão no link abaixo junto com a repetição da singela ária e o gesto de resignar-se, contrito, ante tanta beleza:

16 de jul. de 2010

Entrevista sobre a internet nas eleições

Ontem de manhã, antes de vir para Campinas, dei uma entrevista na RPC/TV sobre as relações entre internet e as eleições, e divulgando o programa Vigilantes. Seguem abaixo os dois trechos da entrevista. Entrementes, o Mazza dá um depoimento interessante sobre a política paranaense ao longo dos anos (que, ao que parece, está piorando para a melhor). (SSB)



13 de jul. de 2010

Convite - Defesa de dissertação de Mestrado


Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação convida a todos para a defesa de dissertação de Mestrado da  aluna Andréa  Sampaio  Perna, conforme dados abaixo:

Título: “O lado invisível a participação política: gestão da informação dos mecanismos digitais de participação política nos parlamentos da América Latina, com uma análise do caso da Câmara dos Deputados do Brasil”.

Data: 12/07/2010 - (segunda-feira)
Horário: 10h00min
Local: Auditório da FCI

Comissão Examinadora:
Prof. Dr. André Porto Ancona Lopez -  Orientador
Prof. Dr. Sérgio Soares Braga - Universidade Federal do Paraná
Prof. Dr. Murilo Bastos da Cunha -UnB/PPGCINF
Prof.ª Dra Maria Alice Guimarães Borges – UnB/ FCI - (Suplente).

Resumo: Em um cenário de expansão democrática da América Latina, os olhares se voltam para iniciativas que impulsionam o aprimoramento da democracia. No eixo da participação surgem projetos para aproximar os cidadãos da esfera pública,entre os quais aqueles relacionados ao uso da Internet nas práticas democráticas em parlamentos. Esta pesquisa examina uma das dimensões dos mecanismos digitais de interação e participação política oferecidos por parlamentos para a sociedade a gestão da informação. Primeiramente, mapeamos as formas de participação política empregadas nos portais legislativos da América Latina, com o objetivo de conhecer as informações que cercam as iniciativas e contextualizar o estudo de caso da Câmara dos Deputados do Brasil. Em seguida, procuramos entender comoa Câmara dos Deputados do Brasil realiza a coleta, a organização, adistribuição, o armazenamento e o uso da informação concernente aos mecanismos de interação e participação política, de caráter multilateral, empregados em seu Portal. Concluímos que os parlamentos latino-americanos colocam à disposição da sociedade dezenas de canais digitais de interação e participação, como uma tendência irreversível das democracias modernas, mas a gestão da informação inerente às experiências ainda é um desafio a ser alcançado.